segunda-feira, 27 de julho de 2009

CÚRIA DIONÍSIACA

Aos dezassete dias do mês de Junho de 2009, pelas dezasseis horas foi registado na Direcção-Geral dos Impostos, secção do Seixal a CONFRARIA TRADICIONAL DO VINHO E DO ARROZ que tem como objectivo, a promoção de consumo do vinho e do arroz português.

"....Os Mestres e os Expertos são os Confrades Efectivos que escolhem entre si a Cúria Dionisíaca que é o orgão dirigente que administra e representa a Confraria Tradicional do Vinho e do Arroz.
A Cúria Diónisíaca é composta pelo Grande Oficial, pelo Vice-Grande Oficial, pelo Almoxarife, pelo Chanceler e pelo Fiel-das-Usanças...."

CAPÍTULO (Assembleia Geral)

ARCONTE (Presidente) - MÁRIO PARRA DA SILVA
PRIMEIRO ESTRATEGO (1º Secretário) - VERA CURIEL
SEGUNDO ESTRATEGO (2º Secretário) - EDUARDO BASTOS

CÚRIA DIONISÍACA (Direcção)

GRANDE OFICIAL (Presidente) - LOPES GALRINHO
VICE GRANDE-OFICIAL (Vice-Presidente) - JORGE MARTINS
CHANCELER (Secretário) - ISABEL RIBEIRO
ALMOXARIFE (Tesoureiro) - JOAQUIM COELHO
FIEL-DAS-USANÇAS (Mestre-de-Cerimónias) - LUIS DUARTE

PROVADORIA (Conselho Fiscal)

GRANDE PROVADOR - (Presidente) - ADÍLIO BEIRÃO
PRIMEIRO-PROVADOR - (1º Vogal) - ISABEL MENDES
SEGUNDO-PROVADOR - (2ºVogal) - CRISTINA DUARTE

CONSELHO CONSULTIVO (Conselho de Degustaçã0)

CONSELHEIRO MOR (Presidente) - FILOMENA SANTOS
1º VICE-CONSELHEIRO - (1º Guia) - BRITO DA CRUZ
2º VICE-CONSELHEIRO - (2º Guia) - FÁTIMA SIMÕES

terça-feira, 21 de julho de 2009

O ALMOÇO COM BOM VINHO

Quando se regressa de férias estamos com necessidade de ter um bom almoço, pois os pratos dos restaurantes nunca ganham aos que estou habituado a comer em casa, e assim aconteceu.
Um excelente bacalhau á Brás, acompanhado de um branco fresquinho com 12º chegou para dizer, acabou a cerveja vamos ao vinho e aí está o meu trabalho.
Topázio vinho de preço acessível oriundo da Região de Moimenta da Beira, produzido a partir das castas Fernão-Pires, Síria e Malvasia-Fina. É um vinho bem balanceado, fresco e frutado, e que acompanha qualquer prato de peixe ou marisco.
Casta Fernão-Pires, é uma casta de cor branca dando origem a um vinho agradável e aromático mas com falta de acidez. Os aromas que nos habitua são frutos doces (laranja) e florais (mimosa, tília, laranjeira e loureiro).
Síria, é uma casta de vigor e rendimento médios. Os bagos são pequenos, de coloração verde-amarelada e amadurecimento algo tardio. Os aromas são de frutados (laranja,pêssego, e melão) e florais (tília, acácia, laranja e loureiro).
Malvásia-Fina, é composto por uma casta de vigor médio e com rendimento mediano. Os bagos são verde-amarelados e tendem a madurecer precocemente. A casta permite obter vinhos agradáveis, equilibrados, elegantes e frescos. Os aromas florais são excelentes de florais (flor de tília, de laranja e de acácia, loureiro, erva-cidreira e madressilva) e frutados (laranja, toranja, pêssego, maça e melão).
A Confraria irá apresentando a variedade de castas (variedade de uvas) que existe em Portugal e que permite uma melhor adaptação das videiras aos diversos climas do nosso pequeno Portugal.

sábado, 4 de julho de 2009

COMO PROVAR


A Confraria Tradicional do Vinho e do Arroz, registada oficialmente, tem como objectivo provar, beber e saborear o excelente vinho que dispomos neste pequeno país da Europa.

Quando eu era miúdo passava pela tasca onde os trabalhadores atestavam o depósito, quando regressavam do campo após um dia de esforço e se preparavam para que no próximo dia houvesse mais força para que a enxada pesada cavasse a terra dura. Hoje, esse vinho está engarrafado em vidro de boa qualidade e, com boas rolhas de cortiça, daí o excelente sabor.
Hoje, os copos a utilizar nos restaurantes para provar um vinho de boa qualidade devem ser de vidro fino e incolor, de pé alto pelo qual se deve segurar, e de corpo longo, com boca mais estreita para que os aromas possam ser devidamente apreciados.
A temperatura recomendada é, por princípio, a indicada no contra-rótulo da garrafa, se este for inexistente, deve manter-se entre os 16º e os 18º para o tinto e entre os 9ª e os 12º caso o vinho seja branco.
Os vinhos devem ser analisados visualmente, apreciando a sua cor, a sua limpidez, o seu brilho e a sua intensidade. Não deve ser engolido pois a fase olfactiva é fundamental para definir o vasto leque de aromas ou os defeitos que podem ser provenientes da rolha ou do mofo.
Um bom vinho, quando engolido, provoca-nos excelentes conjunto de sensações, devendo apreciar-se a sua persistência, os sabores, os aromas retronasais e o aroma no final de boca.

O vinho, como podem constactar, pode ser bem mais do que o líquido que acompanha uma refeição ou um petisco; pode ser, quando bem apreciado, um verdadeiro néctar propiciador de enormes prazeres.