sábado, 1 de agosto de 2009

A ESCOLHA DO VINHO

Quando os confrades se unem para celebrar o aniversário de um amigo, o vinho é atacado (algumas vezes com razão) mas nem sempre, e pelo que ouvi vamos ao critério de escolha. A escolha de um vinho para um prato é pessoal e intransmíssivel, no entanto devemos ter atenção a algumas pistas:
Acidez de um vinho atenua o impacto gorduroso de um alimento ou de um prato. Em termos gerais, a acidez natural cresce de sul para norte. Devemos ter a atenção que a altitude, a exposição das vinhas e das castas jogam um papel decisivo na acidez total de um vinho. Mesmo assim caminhe para o norte.
As proteínas de um alimento são compensadas pelos taninos do vinho, em muito maior número no vinho tinto. Para os pratos altamente proteicos, escolha vinhos mais taninosos. Encontran-se em todas as regiões vinhateiras.
Pratos aromaticamente mais fortes pedem um contra-ponto aromático, arredondamento e presença adocicada do vinho: Caminhe para sul.
As relações de oxidação-redução devem estar balanceadas entre o vinho e a comida. Para explicar um assunto, o mais importante é que conhecer a composição química dos alimentos e os seus valores nutricionais, e ter presente o impacto das principais técnicas culinárias, pois uma boa escolha do vinho manda a composição dos alimentos, sobretudo das proteínas e lípidos. Quanto mais gordos e mais aromáticos, mais pedem vinhos ácidos e com bom nariz.
Agora pensem, diversos vinhos de diferentes áreas acompanhado diversos pratos podem ser vitimas de diveros sabores, e quando uma cerveja é bebida entre eles maior é a traição.
Os confrades estão sempre disponíveis para apreciar a limpidez, o brilho e tramparência dos vinhos que possam oferecer ao amigo Mario Parra, e que nós atentos os classificamos. Ora venham mais.......

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