Os fins de semana são excelentes para encontro de confrades e amigos que comendo e bebendo vão discutindo os vinhos, as cervejas e os petiscos que os amigos colocam na mesa e que progressivamente vão desaparecendo, assim aconteceu no passado sábado antes da discussão da temperatura dos diversos vinhos que estamos habituados a beber.
O comportamento do vinho varia substancialmente conforme a temperatura, influenciando as sensações olfactivas e gustativas. Estas são aplicadas quando o vinho se serve quente e inibidas quando se serve muito frio. Um vinho demasiado refrigerado pode ser aquecido até á temperatura correcta, através do contacto do copo com as mãos ou na cavidade bucal, sendo o inverso mais lento e difícil.
Os vinhos apresentam-se na sua plenitude, revelando o melhor dos seus aromas e sabores, quando servidos a temperaturas específicas, consoante o tipo de vinho, sendo o consenso mais generalizado dos apreciadores as seguintes temperaturas.
- Espumante 6-8 ºC
- Brancos jovens e rosés 9-11ºC
- Brancos encorpados ou fermentados em madeira 11-13ºC
- Tintos jovens, suaves e ligeiros 15-16ºC
- Tintos robustos e poderosos 17-19ºC
A temperatura de um vinho deve ser sempre avaliada através do termómetro específico, sendo muitas vezes traída pelas mãos dos "craques" apreciadores de vinho, que procuram acertar sempre na temperatura "acertando muitas vezes", que apresentamos.
A tempertura ambiente para vinhos no periodo de verão é sempre discutível, mas a manga térmica é o suficiente para manter o vinho à temperatura desejada, mas há que ter em conta que um branco demasiado frio pode esconder os aromas e sabor.
Estamos próximo das vindimas, caminhando progressivamente para a água-pé e aí, estou certo que a cerveja será colocada em segundo plano, pois a uva será sempre rainha.
Excelentes artigos que aqui são publicados.
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